30 Filmes em 30 dias

Ou, como diria a minha mãe, você não vê novela?

Abaixo vai uma lista de 30 filmes vistos ou revistos no cinema, DVD ou TV por assinatura no último mês, sempre com aquela base de análise, considerando nota 5 para um filme como O Poderoso Chefão e nota 1 para Super Xuxa contra o Baixo Astral.

Todos com pequenas críticas de 3 a 5 linhas.

1)      Sucker Punch (2011). A primeira obra ‘original’ de Zack Snyder, o mesmo de 300 e Watchmen é um delírio para os olhos, seja pelos cenários deslumbrantes ou pelas garotas em trajes sumários. Pena que todo esse visual esteja a serviço de uma história burocrática, óbvia e sem humor. 3/5

É, o visual do filme ajuda, mas a história ....

2)      Sem Limites (2011). O filme é um veículo perfeito para o carisma de Bradley Cooper, ´descoberto’ em Se Beber não Case. Escritor fracassado participa de um experimento com uma nova droga que aprimora seu intelecto. A edição moderninha e o ritmo vertiginoso conseguem esconder uma história sem pé nem cabeça. Mas dá para ver sem culpa. 3/5

3)      Desconhecido (2011). Depois que desistiu de ser um ator sério, Liam Neeson embarcou em uma série de filmes de ação descerebrados. Neste ele faz um médico que,após um acidente, não é mais reconhecido por sua mulher ou seus amigos. Claro que, como em todo filme desse tipo, nada é o que parece. A trama mirabolante exige uma grande dose de boa vontade do público. 3/5

4)      X-Men: Primeira Classe (2011). Este filme é simplesmente sensacional. É uma pena que esteja sendo preterido nas bilheterias por bombas como o último Piratas do Caribe ou Se Beber não Case 2. Um reinício da saga dos X-men contada com talento, garra e emoção pelo diretor Matt Vaughn, o mesmo de Kick-Ass (outro filme que merece ser redescoberto). Imperdível 5/5

5)      Meia-noite em Paris (2011). Woody Allen é um cara esperto. Primeiro, por fazer um filme que  aguça ao mesmo tempo a inteligência e a emoção do espectador. E, segundo, por fazer um fime nas ruas da cidade mais linda do mundo. Não tinha como errar. Embora leve ao extremo em relação à sua obra, é uma delícia de filme. 4/5

6)      Megamente (2010).  Todos sabem o que esperar de um filme da Dreamworks: personagens engraçadinhos, citações descaradas de filmes conhecidos e trilha sonora de sucessos antigos. Este não foge à regra, mas a história do vilão que entra em crise por não ter mais o mocinho com que brigar é divertida e consegue até emocionar. Não muito. 3/5

"Venha para a luz..."

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